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Chefe de quadrilha e mais 7 pessoas

by nevadaduartina novembro 4, 2020 No Comments

O homem suspeito de chefiar a quadrilha investigada por enviar cocaína para a Europa foi preso pela Polícia Federal (PF), em Curitiba, hoje quarta-feira (4). Ele tem uma casa no bairro Santa Felicidade avaliada em R$ 6 milhões, mas foi detido em um hotel da cidade. O imóvel foi sequestrado por determinação da Justiça.

Além dele, outras sete pessoas também foram presas e duas estão foragidas. Uma delas é um brasileiro que mora na Espanha. De acordo com as investigações, ele se passava por empresário, mas era o responsável pelo recebimento da droga que era despachada em containers.

Além das prisões, 28 mandados de busca e apreensão foram cumpridos na operação, que foi batizada de Narcobroker.

As 39 ordens judiciais, sendo 9 de prisão preventiva, duas de prisão temporária, e os mandados de busca, foram cumpridos em Curitiba, Paranaguá, Matinhos e Campo Largo, no Paraná; e São Paulo, Santos, Santo André, Peruíbe, Atibaia, no estado de São Paulo; e em Itapema, Balneário Camboriú, Itajaí, Camboriú e Urubici, em Santa Catarina.

A Justiça Federal em Curitiba determinou ainda o bloqueio de contas de 68 pessoas físicas e jurídicas que, segundo as investigações, tiveram movimentação suspeita de aproximadamente R$ 1 bilhão entre os anos de 2018 a 2020.

Um dos mandados de busca foi cumprido no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná. No local, que era usado para despachar a droga, os policiais encontraram 324 quilos de cocaína escondida em uma carga de madeira que seria levada para a Bélgica.

Bloqueio milionário de bens

Além da casa do suspeito de ser o chefe da quadrilha, a Justiça também mandou bloquear R$ 40 milhões em bens dos investigados como imóveis, dezenas de carros de luxo, três empresas, dois postos de combustíveis e uma pousada.

Além disso, durante o cumprimento dos mandados, os policiais federais localizaram outros carros de luxo e documentos relativos a bens como fazendas, que somam mais de R$ 100 milhões.

Investigação

As investigações começaram em 2019 e apontam que os integrantes da organização criminosa utilizavam empresas fantasmas e de fachada para comprar mercadorias de origem orgânica para dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e segurança.

“Tais mercadorias eram acondicionadas em contêineres que também ocultavam centenas de quilos de cocaína que eram enviados à Europa”, disse a PF. Desde o início das investigações, foram apreendidos 240 quilos de cocaína no Porto de Paranaguá. G1

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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