As obras da Estação de Tratamento e Esgoto (ETE/DAE), que deveriam estar concluídas desde dezembro de 2016, posteriormente foram transferidas para o final deste ano, seguem lentas, “quase parando”.
E, pelo andamento dos serviços, dificilmente serão entregues até dezembro de 2018. Preocupado com um prejuízo que vem acumulando entre R$ 700 mil a R$1 milhão/mês, o presidente da Câmara Municipal de Bauru Sandro Bussola, entende que o problema é mais grave do que se imagina.
“Se o executivo não fizer um acompanhamento mais rígido a tendência é cada vez mais que aquilo (obras) se atrase. Recursos tem, está sendo pago em dia, então não tem movido pelo atraso”, questionou.
Bussola também admitiu a possibilidade das obras serem paralisadas, mesmo com o município tendo dinheiro em caixa para sua execução.
Esse projeto ele foi bem encaminhado, há uma empresa contratada para acompanhar essa operação, vamos cobrar, mais para isso é importante que a prefeitura se instale no canteiro de obras, emendou.
“Bauru tem uma dívida histórica com a população vizinha com as cidades vizinhas, porque hoje a gente contamina vários rios. Essa obra tem que andar, a população não pode esperar mais por isso”, concluiu.
Para construir a ETE, o Governo Federal liberou a fundo perdido mais R$ 100 milhões, isso sem contar, como uma reserva (Fundo de Tratamento de Esgoto), criado através de um novo imposto na gestão do prefeito Tuga Angerami, com o aval da Câmara Municipal, com o mesmo objetivo, pago pelo contribuinte, que atualmente ultrapassa a casa dos R$ 130 milhões, que estão guardados para a execução da obra.
Bussola, também demonstrou preocupação com um projeto enviado à Câmara pelo prefeito Clodoaldo Gazzeta (PSD), com pedido de urgência e que prevê recape da Avenida Nuno de Assis. A obra está orçada em R$ 800 mil reais entre o trecho da rodoviária até a Rodovia Marechal Rondon.
A situação na Nuno de Assis vai além do recape, tem que ser feito um novo asfalto. A iluminação está precária, o Guard rail na extensão da Avenida já provocou fatalidade, daí a necessidade de que o executivo faça uma intervenção para resolver toda a situação, finalizou. Quem Viver Verá!!! NJ.
