O Programa Habitacional que está sendo preparado pela Prefeitura em nada, absolutamente nada, beneficia diretamente movimentos sociais A ou B. Diferente do que foi noticiado, a proposta visa criar um modelo municipal de habitação para atender a demanda da cidade em dois aspectos:
O primeiro deles é atender a demanda reprimida da cidade que chega hoje a quase 10.000 unidades habitacionais, com ações públicas e privadas para construção na região norte da cidade de 8.000 casas, sendo 2.000 pelo programa da Prefeitura e 6.000 pela iniciativa privada (já com manifestação de interesse) na linha do Minha Casa Minha Vida – MCMV para famílias na faixa de renda 1,5 salário mínimos, com valor médio de prestação de $370,00 reais.
A outra demanda, inicialmente de 500 casas embrião também nos moldes do MCMV serão para atender famílias de 0 a 1 salários mínimos e que se enquadram nos critérios de vulnerabilidade social (áreas de favelas e áreas de risco), desde que sejam moradores de Bauru, com prestações em média de $200,00 que serão destinadas ao fundo de habitação do município para financiamento do Programa.
Ninguém vai dar terreno ou casa para quem quer que seja, todos vão pagar pelas moradias.
Vale destacar que Bauru não possui mais créditos de casas no Programa MCMV na modalidade de 0 a 1 salários, uma vez que já usou todo seu estoque junto ao Governo Federal, mas ainda a cidade tem muita demanda nesta modalidade.
O Programa de Habitação será lançado nos próximos dias e todos poderão compreender melhor e com total transparência que a proposta da Prefeitura é normatizar e resolver com ações práticas este grave problema histórico da nossa cidade.
Existe ainda um inquérito civil e um TAC em processo de elaboração para acolhimento dessas famílias em grau de vulnerabilidade e que residem em acampamentos. Das 1.500 famílias, restaram apenas 580, as quais foram identificadas pelo amplo trabalho de campo realizado pelo grupo de ação da Prefeitura composto por técnicos da SEBES, DEFESA CIVIL, SEPLAN E FUNDO SOCIAL, que são moradores antigos de Bauru, anteriormente residiam em favelas da cidade e hoje estão nos dois acampamentos, e que estão recebendo ações por parte da Prefeitura.
As ações em questão são humanitárias e de caráter social nas linhas de capacitação para retorno ao mercado de trabalho e acolhimento para moradia provisória. (Assessoria de Comunicação da PMB)
