A Câmara Municipal de Bauru, atendendo requerimento dos vereadores Sandro Bussola (PDT) e Monoel Losila (PDT), promove Audiência Pública (17/08), a partir das 14 horas, para discussão sobre o andamento das obras da Estação de Tratamento e Esgoto (ETE).
Estão convocados o Secretário Municipal de Obras, Ricardo Olivatto; o presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Eric Fabris e representantes do Conselho Fiscalizador do Fundo de Tratamento de Esgoto. Foram convidados representantes da Caixa Econômica Federal, das Empresas COM Engenharia e Arcadis Logos e do Consório SGS – ENGER E JHE.
Os parlamentares bauruenses estão preocupados com a conclusão dos serviços, que inicialmente, deveriam ser entregues em dezembro de 2016, que posteriormente, transferidos para meados desse ano e que ainda seguem “quase parando”.
Em entrevista recente ao blog o presidente da Casa, Sandro Bussola, revelou que o município vem acumulando um prejuízo de R$ 700 mil a R$ Um milhão/mês com o atraso das obras. Disse ainda: “Se o executivo não fizer um acompanhamento mais rígido a tendência é cada vez mais que aquilo (obras) se atrase. Recursos tem, está sendo pago em dia, então não tem movido pelo atraso”, questionou.
Bussola também admitiu a possibilidade das obras serem paralisadas, mesmo com a prefeitura tendo dinheiro em caixa. “Bauru tem uma dívida histórica com a população vizinha e com as cidades vizinhas, porque hoje a gente contamina vários rios. Essa obra tem que andar, a população não pode esperar mais por isso”, concluiu.
Para construir a ETE, o Governo Federal liberou a fundo perdido mais R$ 100 milhões, isso sem contar, como uma reserva (Fundo de Tratamento de Esgoto), criado através de um novo imposto na gestão do prefeito Tuga Angerami, com o aval da Câmara Municipal, com o mesmo objetivo, pago pelo contribuinte, que atualmente ultrapassa a casa dos R$ 130 milhões. Quem Viver Verá!!! NJ.
