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“O último derrotado não fui eu”

by nevadaduartina agosto 3, 2018 No Comments
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frm20180803076_7DDJGsg Foto: Jales Valquer / Estadão Conteúdo

Apresentado no Palmeiras na tarde de hoje, sexta-feira, Felipão voltou a falar sobre a sua passagem pela seleção brasileira na Copa de 2014 e também sobre a derrota por 7 a 1 contra a Alemanha, na semifinal do Mundial disputado no Brasil.

Na sala de imprensa da Academia de Futebol, o treinador, que disse não ter mágoa pela repercussão da derrota contra os alemães, relembrou também que foi ele o comandante do último título mundial da Seleção, em 2002.

– Último campeão mundial foi o Brasil em 2002 e eu estava junto naquela equipe. O último derrotado no campeonato mundial não fui eu. Já passou. Eu não sou o último derrotado no Mundial. O Brasil foi o quarto colocado no Mundial de 2014 e nós sabemos, todos vocês sabem, que ninguém vai mascarar a derrota que sofremos, mas a vida continuou.

Quem de nós não tem um dia que não acontece uma coisa errada, que não mude o nosso pensamento na vida? Foi o que aconteceu. Não tem o que discutir – disse Scolari, que também falou sobre como é recebido pelos torcedores.

Acho que pelo relacionamento que tenho vivido desde 2014 sou lembrado com muito carinho pelos torcedores que fiz na minha carreira e como pessoa, não por um resultado negativo. Um resultado negativo não mascara 99 positivos. A sequência da vida que vai me mostrar como posso ter um resultado negativo e sair fortificado para fazer meu trabalho – completou.

O atual técnico da seleção brasileira é Tite, com quem Felipão chegou a ter problemas durante a sua segunda passagem do palmeirense pelo futebol paulista, entre os anos de 2010 e 2012.

Na época no Corinthians, Tite chegou a protagonizar um episódio famoso durante um Dérbi, quando os dois batem-boca na beira do gramado do Pacaembu. Na ocasião, o alvinegro fez gestos e reclamou que Felipão “falava muito”, durante semifinal do Campeonato Paulita de 2012.

Com discurso de unidade para o atual elenco palmeirense, o treinador usou exemplos de vitórias e derrotas em sua carreira para dividir a responsabilidade com o grupo.

– Ando em qualquer lugar, no mundo todo, normalmente sem a dificuldade do pensamento de uma derrota que me aconteceu. Não foi normal, mas aconteceu. Não posso ficar pensando nisso, como não penso em 2002. Já passou, encerrou. Não perdi sozinho em 2014, não ganhei sozinho em 2002. Ganhamos nós, perdemos nós – afirmou. G1

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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