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PT mantém pré-candidatura de Lula

by nevadaduartina maio 9, 2018 No Comments

Mesmo com as notícias que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai barrar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente da República, os petistas ainda mantêm o discurso de que o ex-presidente é o único presidenciável do PT. Em visita à Santo André, ontem, terça-feira (8),  o presidente estadual do partido, Luiz Marinho, afirmou que o protocolo de candidatura do ex-mandatário da nação será realizado mesmo que Lula esteja preso no dia 15 de agosto.

Na teoria de Marinho, o ex-presidente “não perdeu seus direitos políticos”. “Conhecemos bem a constituição, conhecemos bem as regras eleitorais. O presidente Lula não perdeu os seus direitos políticos, portanto, ele será candidato a presidente da república. Escrevam o que estou falando, o Lula será o nosso candidato a presidente da República”, afirmou.

Inclusive o partido vem se organizando para que as conversas com o ex-presidente sobre seu plano de governo sejam mantidas mesmo com a prisão. O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) é um dos possíveis nomes que visitarão Lula na prisão nos próximos dias para despachar sobre as próximas movimentações em torno da pré-candidatura.

Sobre Haddad, o ex-chefe do Executivo de São Bernardo garantiu que não existem conversas para que o petista seja o “plano B” caso Lula não tenha condições legais para ser candidato. “O Haddad vai fazer aquilo que o Lula mandar. Se ele estivesse no meu lugar, ele falaria o mesmo”, completou Marinho.

Disputa pelo Palácio dos Bandeirantes

Pré-candidato ao Governo do Estado, Luiz Marinho garantiu que a estratégia para o período eleitoral é “estadualizar” os 49% de rejeição de João Doria (PSDB) no momento em que deixou a Prefeitura da Capital. Outro ponto é insistir no não cumprimento de promessa por parte do tucano que garantia durante as eleições de 2016 que não renunciaria para disputar o pleito deste ano.

Outro ponto é se apoiar no histórico das eleições de 2008. “Há dez anos, exatamente em maio, eu tinha 3% e meu adversário tinha 38%, e por pouco não ganhei no primeiro turno. Nós vamos conversar, vamos entrar no debate, vamos encarar a disputa e vamos ver o que vai acontecer”.

O petista também aposta na “briga” causada no bloco mais ligado ao ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) formado por João Doria, Marcio França (PSB) e Paulo Skaf (MDB). “Quanto mais eles brigarem, melhor. Que deixem o debate de propostas para a gente”, resumiu Marinho. RD – Repórter Diário

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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