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Covid-19

Suéllen ainda analisa Ano Novo

by nevadaduartina dezembro 23, 2020 No Comments

Após determinação do governo estadual ontem, terça-feira (22), Bauru regredirá para a fase vermelha de forma temporária no período de Natal. O prefeito Clodoaldo Gazzetta informou ao JC que seguirá integralmente o que foi decidido pelo Estado.

De 25 a 27 de dezembro, portanto, o comércio em geral, os bares e restaurantes da cidade irão fechar ao público e apenas serviços essenciais, como supermercados, postos de combustíveis e farmácias, poderão funcionar.  O governo estadual prevê ainda que o mesmo fechamento ocorra no Ano Novo, de 1 a 3 de janeiro, mas a decisão final cabe à prefeita eleita Suéllen Rosim, que ainda analisa se o município acatará ou não a deliberação.

A comunicação oficial sobre a regressão temporária de Bauru para a fase vermelha será feita por meio de uma nota técnica elaborada pelo Comitê Municipal de Enfrentamento à Covid-19. Até o fechamento desta edição, o documento contendo detalhes do novo regramento não havia sido publicado pela prefeitura.

Gazzetta antecipou, contudo, que o decreto estadual será seguido na íntegra, no que se refere ao Natal. “Como é uma determinação do governador, não temos como ser contrários. A nota técnica será sobre os três dias referentes ao Natal. Já sobre o Ano Novo, por tratar-se de janeiro, a decisão ficará a cargo da nova prefeita”, comenta Gazzetta.

O QUE FUNCIONA

Nos dias em que a fase vermelha vigorar, o atendimento presencial ficará proibido em shoppings, lojas, concessionárias, escritórios, bares, restaurantes, academias, salões de beleza e estabelecimentos de eventos culturais. Atividades que gerem aglomeração de pessoas também estão proibidas.

“A fiscalização continuará fazendo a parte dela. Reuniões de família com poucas pessoas não serão punidas, mas aglomerações e festas clandestinas sim”, acrescenta Gazzetta. Apenas a abertura ao público de farmácias, mercados, padarias, postos de combustíveis, lavanderias e serviços de hotelaria será liberada nesses três dias.

Já no intervalo entre as duas datas festivas, de 28 a 31 de dezembro, deve vigorar a fase amarela já estipulada no último decreto municipal, publicado em Diário Oficial em 28 de novembro.

A determinação para que todo o território paulista fique na fase vermelha de forma temporária tem como objetivo, segundo o Estado, frear o avanço da pandemia. A próxima reclassificação estadual de faseamento deve ocorrer em 7 de janeiro. Vale lembrar que ontem, terça-feira (22), a taxa de ocupação das UTIs do Hospital Estadual (HE) era de 61%: dos 50 leitos disponíveis, 30 estavam ocupados.

FAVORÁVEL

Sobre o Ano Novo, a prefeita eleita Suéllen Rosim antecipou ao JC ser favorável à permanência na fase amarela e, assim, com a abertura permanente do comércio. Contudo, ela disse que ainda não irá tomar uma decisão por enquanto. “Vamos acompanhar os índices locais para tomar a decisão no momento que for de nossa alçada”, informa a prefeita eleita.

Bares e restaurantes já planejam ato para a manhã desta quarta-feira

Bares e restaurantes também criticaram a decisão e prometeram um ato contra a fase vermelha para esta quarta-feira (23), às 10h, em frente ao Palácio das Cerejeiras.

Um dos representantes do segmento dos bares, Luiz Fernando Gimenes afirma que muitas empresas perderão estoque de alimentos. “A promessa era de que não fecharíamos mais neste ano. Muita gente se preparou. É muito triste, porque já foi um ano muito difícil”, comenta.

Já pelos restaurantes, Dirceu Christófolli diz que o anúncio da restrição foi feito em cima da hora. “Nós contratamos funcionários e compramos mercadoria. Esse anúncio poderia ter, pelo menos, acontecido de forma antecipada”, acrescenta.

Decisão desagrada o comércio

A decisão de seguir a determinação estadual desagradou setores do comércio. Gerente-geral do Bauru Shopping, Ivan Mouta criticou a situação. “Nós vamos aguardar a publicação das normas estadual e municipal para avaliarmos como iremos agir, mas achamos a medida exagerada, principalmente para a realidade de nossa cidade.

Ao longo de todo o ano, contribuímos amplamente com o governo, fizemos grandes investimentos em segurança e em medidas sanitárias, desenvolvemos protocolos muito mais rígidos do que outros setores”, pontua. Walace Sampaio, presidente do Sindicato do Comércio Varejista (Sincomércio), espera que a prefeitura reveja a decisão.

“Não faz sentido. Fechamos por 96 dias neste ano. O prejuízo já é imenso. O foco do poder público deveria ser coibir festas, não fechar o comércio”, critica. O Boulevard Shopping Nações informou que se posicionará após o pronunciamento oficial da prefeitura. JCNET

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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