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Covid-19

Até março

by nevadaduartina dezembro 17, 2020 No Comments

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou hoje, quinta-feira (17) que prevê receber 93,4 milhões de vacinas contra a Covid-19 entre janeiro e março — 24,7 milhões em janeiro; 37,7 milhões em fevereiro; e 31 milhões em março. São vacinas de três fabricantes: AstraZeneca (vacina de Oxford), Instituto Butantan/Sinovac e Pfizer.

A programação foi citada na fala inicial do ministro em sessão remota do Senado para debater os planos de imunização no Brasil contra o novo coronavírus. “A data exata é o mês de janeiro […]. Isso tudo dependendo do registro da Anvisa.

Se somarmos esses números, vamos ter 24,7 milhões de doses em janeiro”, disse o ministro. “Isso é daqui a 30 dias, janeiro aqui eu falo meio de janeiro. Não são seis meses”, completou Pazuello. As três vacinas precisam ser aplicadas em duas doses.

Pazuello afirmou ainda que, além das negociações com os três laboratórios, há o consórcio Covax-Facility, coordenado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que disponibilizará aos países-membros vacinas à medida que forem aprovadas para uso, independente do desenvolvedor.

“Temos dez fabricantes no consórcio e, no momento em que sair o registro de uma das dez, nós podemos optar pela compra de uma delas e vamos para 42 milhões de doses entregues. Todas essas possibilidades e números, estamos em uma vanguarda, não estamos sendo atropelados, estamos em uma vanguarda”, disse.

Plano de vacinação e CoronaVac

A vacina fabricada pelo Instituto Butantan, em São Paulo, é a CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac. O imunizante tem sido motivo de disputa entre o presidente Jair Bolsonaro, o Ministério da Saúde e o governador de São Paulo, João Doria, há meses.

O Butantan é uma instituição pública de pesquisa ligada ao governo estadual paulista. Na quarta-feira, quando incluiu novos grupos prioritários no plano nacional de vacinação contra a Covid-19, o governo divulgou um primeiro cronograma de entrega das vacinas.

O cronograma não previa datas de entrega para a vacina fabricada pelo Butantan, que aparecia com um “memorando de entendimento”, ou seja, uma intenção de acordo.

Depois da divulgação do calendário, no mesmo dia, o governo decidiu que compraria os imunizantes; agora, o Butantan aguarda uma carta de intenção do Ministério da Saúde, conforme adiantado pelo blog do Camarotti. Hoje, quinta, o ministro da Saúde disse que existe um contrato inicial com o Butantan para produção de 46 milhões de doses.

A Pfizer tinha previsão de entregar 2 milhões de doses de vacina no primeiro trimestre de 2021. Considerando as informações desta quinta (16), faltariam 1 milhão de doses para serem entregues pelo laboratório em março. O plano de vacinação não apresentou datas para o início da aplicação das doses. G1

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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