Aglomeração no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim nesta segunda-feira (14). — Foto: Reprodução/TV Globo
Mesmo com certa organização, as fitas colocadas para separar os passageiros não tinham muito distanciamento, o que acabou provocando uma certa aglomeração – cenário propício à disseminação do novo coronavírus. Responsável pelo terminal, a Concessionária Rio Galeão informou que, desde o início da pandemia, tomou uma série de medidas de enfrentamento à Covid-19.
Além de desinfectar as áreas comuns, as equipes dispersam possíveis aglomerações e todos os passageiros têm a temperatura medida. Ainda de acordo com a concessionária, foi instalada sinalização no chão e placas de comunicação para evitar aglomerações.
Aglomerações no Rio e Baixada Fluminense
Centenas de pessoas se aglomeravam, na manhã de hoje, segunda-feira (14), no término de um baile funk na Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio. A festa começou na noite de ontem, domingo (13) e se estendeu por toda a madrugada.
Nas imagens mostradas era possível ver pessoas bebendo, dançando e a maioria delas sem máscara de proteção facial. Ontem, domingo (13), um evento em São Cristóvão, na Zona Norte, uma grande concentração de pessoas aconteceu durante um show do grupo Sorriso Maroto.
Imagens mostram o público, sem máscaras, em frente ao palco. Nem mesmo garçons e seguranças que trabalhavam no local usavam a proteção. O evento foi amplamente divulgado em redes sociais. No sábado (12), imagens mostram aglomeração durante show na Baixada Fluminense.
O cantor Orochi se apresentou no Queimados Futebol Clube. E os flagrantes não são só em shows e eventos. Essa também é a realidade em bares. Imagens da Praia da Bica, na Ilha do Governador, mostraram muita gente sem máscara, e quase nenhum distanciamento. G1
