As candidaturas da cidade de São Paulo, considerando tanto as campanhas para prefeito como vereador, custaram R$ 70,5 milhões, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.
A principal despesa – R$ 13,9 milhões – foi com produções para o rádio e televisão. Já outras cidades da região metropolitana, como Osasco e Guarulhos, privilegiaram gastos com material impresso, adesivos e mobilização nas ruas.
A capital representou 27% do gasto de todo o estado, que foi de R$ 257,9 milhões. No estado, o maior custo foi com material impresso – R$ 55 milhões – seguido pelos gastos com rádio e TV – R$ 29 milhões.
Segundo o o cientista político Arthur Fisch, da FGV, as campanhas tradicionais e de rua ainda predominam. “O cara ‘do bairro’ ainda conquista muito voto no porta a porta, no santinho, etc. Quando ele cria o território dele, é muito mais fácil de cultivar os votos e de buscar uma reeleição”.
As campanhas nos 39 municípios da região metropolitana, somadas, incluindo a capital, gastaram R$ 124,5 milhões. Depois de São Paulo, o segundo maior gasto foi em Guarulhos (R$ 6,8 milhões), seguido por São Bernardo (R$ 5,9 milhões) e Osasco (R$ 4 milhões). Já a cidade da região metropolitana com o menor gasto somando todas as candidatura foi São Grande da Serra (R$ 70.340).
Cidades da região metropolitana com os maiores gastos de campanha:
- São Paulo: R$ 70,5 milhões
- Guarulhos: R$ 6,8 milhões
- São Bernardo: R$ 5,9 milhões
- Osasco: R$ 4 milhões
- Mauá: R$ 3,4 milhões
- São Caetano do Sul: R$ 3,2 milhões
Cidades da região metropolitana com os menores gastos de campanha:
- São Lourenço da Serra: R$ 114.692
- Embu-Guaçu: R$ 111.155
- Juquitiba: R$ 84.259
- São Grande da Serra: R$ 70.340. G1
