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‘Muito sofrimento’

by nevadaduartina outubro 25, 2020 No Comments

A pequena Nicole Oliveira da Costa, de 6 anos, que descobriu um tumor no cérebro após perder os movimentos do corpo em uma semana, morreu após lutar quase três meses contra a doença. A moradora de Praia Grande, no litoral paulista, estava fazendo tratamento em um hospital de São Paulo.

“Foi muito sofrimento, agora ela descansou”, lamentou o pai da menina, o montador Daniel Ribeiro. Em entrevista ao G1 neste sábado (24), ele contou que a menina morreu na última quinta-feira (22), por compressão do encéfalo, já que o tumor estava muito grande e não podia ser retirado na cirurgia.

“Foi uma batalha, ela não falava mais, fazia gestos com os olhos apenas”, explica. A família ficou na capital paulista após lutar por uma vaga, e Ribeiro conta que a filha passou por uma cirurgia para colocar o dreno e outra em seguida, quando foi observado que não seria possível retirar o tumor.

A cirurgia aconteceu no dia do aniversário dele, 14 de setembro, e desde então ela não voltou a acordar. A luta continuou, explica, mas o quadro da menina não melhorava. O pai relatou que, a princípio, os médicos acreditavam que eram dois tumores, mas nos outros exames foi constatado que se tratava apenas de um tumor e um cisto que estava localizado na mesma área.

Desde a descoberta da doença, no dia 27 de agosto, ela passou por hospitais da região e da capital. “Foi muito angustiante, só poderia ficar pai e mãe por conta da Covid-19. A gente ainda tinha fé, orava, e ela era muito forte, aguentou muito”.

Após menos de 3 meses, duas cirurgias e pouco mais de um mês da internação, a pequena não resistiu. Ribeiro explica que mesmo após a morte da filha, a biópsia não apontou o tipo específico do tumor que ela teve.

Paralisia

Nicole morava em Praia Grande junto com os pais e a irmã gêmea, e levava uma vida normal até o final de agosto, quando não conseguia mais sustentar o peso na perna esquerda. O pai relatou ao G1 que a menina não sentia dores ou outros sintomas. A paralisia subiu para o braço e, em seguida, se espalhou para o restante do corpo.

Em uma semana ela não conseguia falar ou se alimentar sozinha e foi internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) às pressas.  O pai de Nicole conta que no final de agosto ela foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Quietude, onde foi liberada após ser atendida pelo clínico-geral. Posteriormente, ela foi levada para a Santa Casa, onde descobriram o tumor.

O pai da menina relata que a transferência da filha foi uma ‘batalha’. Após quase um mês desde os primeiros sintomas, a menina conseguiu ser transferida.

O pai da menina relata que ela enfrentou uma doença silenciosa, e descreveu uma corrida contra o tempo. “No fim de semana, ela estava brincando normalmente com as crianças na rua. No dia seguinte, começou a sentir a perninha no lado esquerdo. Na terça, o braço esquerdo dela estava meio parado. Na quarta, falei para a minha mulher correr com ela no médico”, finaliza Ribeiro. G1

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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