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A palavra final é dele’

by nevadaduartina outubro 2, 2020 No Comments

O presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem, quinta-feira (02),que o ministro da Economia, Paulo Guedes, é o cara da política econômica. O presidente disse ter 99,9% de confiança nele. O 0,1% restante seria para quando Bolsonaro quiser “mudar alguma coisinha”.  A fala foi feita em transmissão ao vivo pelas redes sociais.

— Paulo Guedes continua 99,9% de confiança comigo. Deixo 0,1% porque às vezes, eu quero mudar alguma coisinha eu falo com ele: “PG, porra, não é 100% não, porra. 0,1% é meu, pô, Qual é, pô? Você quer tudo pra você, pô? Você é muito guloso.

Daqui a pouco você vai ficar gordo igual o Tarcísio (de Freitas, ministro da Infraestrutura). Não quero você engordando não o PG”. Ele é o cara da política econômica, tá certo? A palavra final é dele e ponto final. Bolsonaro fez a afirmação ao falar sobre o recente aumento no preço dos alimentos.

O presidente disse que o preço do arroz deve voltar ao normal no ano que vem, com uma “supersafra”. — Alguns falam que eu tenho que tabelar, não vai tabelar, nós já sabemos o que acontece com tabelamento, olha a Venezuela, lá está tabelado. Não tem.

No Brasil enfrentamos outros planos econômicos do Brasil onde houver tabelamento, o que aconteceu? Some do mercado. Então a nossa política é livre mercado, seguir a linha do Paulo Guedes.

 

A declaração do presidente também acontece na semana em que o governo discute qual vai ser o meio de financiamento do programa Renda Cidadã. A proposta do senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, prevê usar recursos destinados ao Fundeb e ao pagamento de precatórios.

No entanto, o ministro Paulo Guedes ficou contra essa fonte de financiamento. Em fala na quarta-feira, ele disse que não usaria um “puxadinho” para o programa de renda básica. Nesta quinta-feira, o assessor especial de Guedes, Guilherme Afif Domingos, descreveu a ideia como “esdrúxula”.

Na transmissão ao vivo, Bolsonaro chegou a falar da discussão sobre o programa e afirmou que a economia pode não pegar até o ano que vem. — Não é fácil, os problemas, estamos com Renda Brasil, tirar dinheiro da onde, tem, não tem, correndo atrás.

Nós sabemos que janeiro, fevereiro do ano que vem, acaba em dezembro o auxílio emergencial e a economia pode não ter pegado até lá, temos 38 milhões de informais, atualmente chamam de invisíveis e nem todos vão conseguir voltar ao mercado. O GLOBO

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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