Quatorze nomes estão colocados no tabuleiro da sucessão municipal em Bauru e destes apenas cinco nunca ocuparam ou ocupam cargos públicos. Raul, Valle e Clemente já foram vereadores e Bussola ocupa o cargo atualmente.
Nelson Fio, Joaquim Oliveira e Sergio Alba já ocuparam cargos comissionados em outras administrações, Renata Ribeiro é funcionária pública e Gazzetta é o atual prefeito, totalizando desta forma nove candidatos com passagem pela administração ou 70% do total.
Cremos que o conjunto de eleitores deveria analisar o trabalho desenvolvido por estes candidatos quando no exercício de função pública, se tiveram deslizes ou não, se sofreram processos judiciais em decorrência dos cargos que ocuparam, como formula de se evitar que alguém que nunca realizou nada de positivo para Bauru, possa vir a governá-la.
Indiscutivelmente, viveremos uma eleição atípica em virtude da pandemia, com grande parte dos eleitores garantindo que não irão votar com medo de aglomerações e por consequência poderemos ter um dos maiores índices de abstenção da história e, daí, temos tempo para analisar o currículo de todos os envolvidos na disputa com a finalidade de não demostrarmos arrependimento em um futuro próximo.
Outros cinco candidatos que postulam ser inquilinos do Palácio das Cerejeiras nos próximos quatro anos são: Suelen Rosin, Jorge Moura, Edu Avalone, Rosana Polato e Wagner do PCO.
A triste e cruel realidade é que sobra quantidade e falta qualidade nas candidaturas colocadas no tabuleiro da sucessão, razão pelo qual o eleitor deverá redobrar os cuidados na hora de escolher o candidato que irá governar a cidade nos próximos quatro anos. Antonio Pedroso Junior, o Chinelo
