A possível entrada do ex-prefeito Antônio Izzo Filho na corrida pela prefeitura de Bauru (está revertendo na justiça sua condição de inelegibilidade), poderá mudar todo o cenário até então formado. A desistência do ex-vereador Renato Purini (MDB) de competir, é um ingrediente que mostra que outras possibilidades ainda não podem ser descartadas, enquanto as convenções não homologarem todas as candidaturas para o pleito.
Se o Izzo realmente recuperar sua elegibilidade, e ter sua candidatura homologada na convenção do PRÓS, marcada para o dia 14 de setembro, os Republicanos, que poderão perder o apoio do MDB, vão certamente buscar outra alternativa para a competição. Nunca é demais lembrar, que o blog publicou, que Izzo e Avallone já conversaram sobre aliança.
Avallone e Izzo/arquivo
O detalhe que pode atrapalhar, é que o vice do ex-prefeito está definido: o ex-técnico da Seleção Brasileira de Basquete Feminino, Antônio Carlos Barbosa. Acontece que, Barbosa é primo de Avallone e ainda está em atividade esportiva dirigindo uma equipe em Itu, o que poderia facilitar um acordo entre Izzo e Avallone.
Por outro lado, também não será surpresa para nós do blog, se Rodrigo Mandalitti, por “interferências superiores” (entendam aí “executivas”) aparecer como vice de Raul na convenção do demista agendada para o dia 13. E, Fábio Manfrinato (PP), até então companheiro de chapa do ex-vereador, ser convencido de disputar a reeleição.
Essa “engenharia política” poderá até não acontecer, mas certamente os estudiosos no assunto refletirão, antes de baterem o martelo sobre as coligações em tratativas. NJ
