Embora a média móvel de óbitos por coronavírus no país permaneça no formato de um platô, a pandemia sinaliza um tímido arrefecimento desde o início do mês. Ontem, terça-feira (25), a média móvel foi de 950 mortes, o menor índice desde 1º de junho.
As informações são do boletim das 20h do consórcio de veículos de imprensa, formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde. A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número de mortes do dia e dos seis anteriores.
Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o “ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.
Dez estados apresentam tendência de queda nos óbitos causados pela pandemia: Alagoas, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Roraima, Santa Catarina e Sergipe. Cinco unidades federativas apresentam tendência de alta: Bahia, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins.
Por último, 11 apresentam médias móveis consideradas estáveis: Acre, Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e São Paulo. É também o caso do Distrito Federal. O GLOBO
