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Sem sedativos

by nevadaduartina julho 1, 2020 No Comments

Depois de o Conselho Nacional de Secretários de Saúde alertarem para o fim dos estoques de sedativos usados em pacientes da Covid-19 em 22 unidades da federação, a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) afirmou  que as Santas Casas e hospitais filantrópicos de todo o país também estão em situação crítica em relação ao acesso aos medicamentos sedativos e anestésicos.

Segundo a CMB, o uso está sendo poupado para casos de urgência ou de maior gravidade. Cirurgias e exames estão sendo adiadas em razão da falta de medicamentos.

“Em razão disso, alguns hospitais estão reduzindo os atendimentos, como exames e cirurgias eletivas, outros estão fechando temporariamente centros cirúrgicos e unidades específicas, como de atendimento a pacientes com queimaduras e de procedimentos de transplantes.

Há instituições que não estão conseguindo mais receber pacientes por não terem como atendê-los sem o suporte dessas medicações”, afirma a entidade. No último dia 24, um estudo do Conass apontou que vários estados têm medicamentos considerados essenciais para pacientes de Covid que precisam de entubação.

De acordo com o Conass, um grupo coordenado pelo Ministério da Saúde, com representantes do Conass e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) está acompanhando a situação. Na entrevista coletiva concedida no último dia 29, os técnicos do Ministério da Saúde apresentaram algumas ações que estão sendo realizadas para reverter a situação.

Entre elas, a cotação para uma compra emergencial desses sedativos junto à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), e a abertura de um processo de pregão via Sistema de Registro de Preços.

— Esses medicamentos, na maioria dos hospitais, adotou-se o mesmo protocolo que se adotava para as cirurgias eletivas. Antes da Covid-19, tínhamos uma demanda bastante significativa, mas com a doença isso extrapolou qualquer expectativa — afirmou Sandra de Castro Barros, diretora do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos.

De acordo com a CMB, os laboratórios responsáveis pela fabricação dos itens alegam falta de matéria-prima para a produção. Segundo a entidade, os laboratórios apontam a alta dos preços dos princípios ativos e a demanda mundial por esses medicamentos como razão para a dificuldade na produção e distribuição dos sedativos.

—A falta desses medicamentos é extremamente preocupante, pois está ocasionando a interrupção dos atendimentos em hospitais de todo o país — afirma o presidente da CMB, Mirocles Véras. Para os próximos dias, o Ministério da Saúde também anunciou a requisição administrativa junto à indústria farmacêutica para a entrega de três medicamentos, cujo estoque deve durar cerca de sete dias.

No último dia 29, foram entregues 10 mil unidades de Dexmedetomidina, 75 mil unidades de Dextrocetamina e 100 mil unidades de Midazolam. — O Conasems está levantando cidade a cidade, hospital a hospital, qual é a necessidade — afirmou Sandra de Castro Barros.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que devido ao desabastecimento de anestésicos e relaxantes musculares usados para intubação de pacientes graves com complicações da doença, o Ministério da Saúde iniciou, ao mesmo tempo, três modalidades de compra destes medicamentos, que são utilizados pelos hospitais de referência nos planos de contingência para o combate à Covid-19.

“Vale ressaltar que a seleção, a aquisição e a distribuição desses medicamentos são de responsabilidade dos municípios ou dos próprios hospitais. Porém, ao ser informado sobre o desabastecimento desses medicamentos, o Ministério da Saúde iniciou compras de urgência e de médio e longo prazo.

Sendo assim, a definição em relação a distribuição dos medicamentos será feita pelos estados e capitais, com apoio do Conass e Conasems”, afirmou o Ministério. O GLOBO

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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