Há um ano, o sanitário masculino da Estação Rodoviária de Bauru encontra-se fechado para reformas e não se vê movimento no local como indicativo que o trabalho está sendo realizado. O sanitário feminino foi dividido em dois, de forma precária e a decantada reforma se arrasta.
Ora, se a reforma de um sanitário público se arrasta por tanto tempo, como criticar a morosidade para a construção da ETE?. Com toda a sinceridade, gostaríamos de entender a razão pela qual a demora desta reforma, fazendo com que os usuários de nosso Terminal Rodoviário utilizem-se de instalações precárias, por tanto tempo.
Seria falta de verba, de projeto ou de energia elétrica para ligar os equipamentos necessários. Se for o último caso, basta fazer um “gato” como um vereador denunciou que são feitos na Estação Ferroviária e o problema estará resolvido.
Os usuários costumeiros da rodoviária já estão planejando fazer a Festa de 1º Aniversário da Reforma, também com um pouco de atraso, com direito a bolo, refri e parabéns.
De acordo com a Assessoria de Comunicação da Emdurb, a Diretoria de Manutenção e Modais – responsável pela gestão do Terminal de Gestão Rodoviário e Passageiros – informa que as obras de reforma do banheiro masculino do terminal encontra-se em fase de acabamento com finalização prevista para a primeira quinzena de março.
Esclarece ainda que o tempo para a conclusão da reforma ficou compelido ao andamento do processo licitatório para compra de materiais necessários para obra, uma vez que excediam o limite imposto para a realização de compra direta.
A Emdurb informa também que todas as obras estão sendo realizadas por funcionários da própria empresa, sem contratação de terceirizados e que foi priorizada pela equipe gestora a construção de um banheiro com trocador de fraldas e acessibilidade, tornando o terminal rodoviário mais agradável para todos os usuários.
Após a conclusão desta obra é que se procedeu a reforma do banheiro masculino, sem interrupção do acesso di público masculino à utilização dos sanitários por meio de colocação de tapumes.
Antonio Pedroso Junior, o Chinelo/Nivaldo José
