O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), enquanto ainda era deputado estadual pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj ), promoveu homenagens a sete companheiros de batalhão do ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ) como chefe da milícia do Rio das Pedras e do chamado “Escritório do Crime”.
Os oficiais eram lotados no 16º BPM (Olaria), integravam um grupo conhecido como “guarnição do mal” entre as comunidades da Zona Norte da cidade e receberam moções de louvor na Alerj em 4 de novembro de 2003, ainda durante o primeiro mandato de Flávio na Casa.
