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Dentro da legalidade

by nevadaduartina dezembro 19, 2018 No Comments

Crítico frequente de Cuba e Venezuela, o presidente eleito Jair Bolsonaro ( PSL ) voltou a se referir aos governos dos dois países na noite de ontem, terça-feira (18). Num vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que agirá contra eles, acrescentando que entre os integrantes do Programa Mais Médicos havia agentes cubanos.

— Tudo o que pudermos fazer dentro da legalidade e da democracia contra esses países, nós faremos — diz Bolsonaro.

O presidente eleito retomou ainda a questão do “desconvite” feito ao venezuelano. Segundo fontes no Itamaraty, a recomendação inicial da equipe de Bolsonaro foi convidar os chefes de Estado e governo de todos os países com os quais o Brasil tem relações diplomáticas.

Só depois o Ministério das Relações Exteriores recebeu orientação de excluir Cuba e Venezuela da lista, o que o obrigou a fazer uma segunda comunicação aos dois governos, num “desconvite”. No vídeo,  Bolsonaro afirmou que a “melhor forma de apoiar o povo venezuelano” é não convidando Maduro.

— Não convidamos o ditador cubano nem o ditador venezuelano. Afinal de contas, é uma festa da democracia. Lá não existem eleições e quando existem são suspeitas de fraude. Então, para nós, não interessa — completa Bolsonaro.

Ao se referir a Cuba, Bolsonaro retomou suas críticas à participação do país caribenho no Programa Mais Médicos. Sem apresentar provas, ele afirmou que parte dos integrantes não era formada por médicos, mas por funcionários destinados a vigiar “o trabalho escravo”.

— Os 200 primeiros que foram embora eram agentes cubanos ou integrantes do Exército. Eles estavam aqui vigiando e tomando conta do trabalho escravo praticado por eles (cubanos) com a conivência do PT e saíram porque poderiam ser checados por nós. Temos a confirmação de que não tinham nada a ver com a medicina — diz o ex-capitão.

Em novembro, após o presidente eleito afirmar que pretendia modificar os termos de colaboração com o país caribenho, Havana decidiu se retirar do programa em vigor há cinco anos que traz médicos de outros países para atuarem em regiões em que há déficit de profissionais de saúde.

A maioria dos integrantes do programa (51%) vinha de Cuba, após acordo de parceria do Ministério da Saúde do Brasil com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Bolsonaro falou também do anúncio feito semana passada pelo futuro Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, de que o Brasil deverá sair do Pacto de Imigração da ONU em 2019. A participação brasileira no Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular havia sido confirmada durante a conferência que reuniu representantes de 164 países em Marrakech, no Marrocos, semana passada.

— Vocês sabem da história dessa gente. Eles têm algo dentro de si que não abandona suas raízes. Eles querem fazer valer sua cultura, os seus direitos lá de trás e seus privilégios. A França está sofrendo isso. Não queremos isso para o Brasil. Para entrar no país deve haver um critério rigoroso. No que depender de mim enquanto chefe de Estado, eles não entrarão — afirma. G1

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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