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Ministro manda soltar Joesley e delatores da J&F

by nevadaduartina novembro 12, 2018 No Comments
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xJoesley-Batistat.jpg.pagespeed.ic.Ta3iXBIsCL O empresário Joesley Batista, do grupo J&F 07/09/2017 Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nefi Cordeiro concedeu liberdade ao empresário Joesley Batista na tarde desta segunda-feira. O empresário e delator da Lava-Jato foi alvo de prisão temporária na última sexta-feira naOperação Capitu , da Polícia Federal .

Ele é suspeito de omitir informações em sua delação premiada. De acordo com o ministro Nefi Cordeiro, os fatos sob investigação são antigos e a omissão não é motivo suficiente para a prisão, apesar de ser argumento para a suspensão do acordo de delação.

“Se tendo entendido na decisão paradigma que não seriam contemporâneos os riscos arguidos e não sendo admissível prender por falta de colaboração do acusado, também em face dos requerentes incide igual ilegalidade da prisão”, afirmou o ministro em seu despacho.

No pedido de extensão do habeas corpus, a defesa de Joesley argumentou que ele não oferece riscos à investigação porque está afastado das atividades do grupo J&F e vem colaborando com a PF. Disse ainda que seu acordo de delação continua em vigor, porque o Supremo Tribunal Federal ainda não decidiu sobre o pedido de rescisão do acordo.

“O requerente vem prestando todos os depoimentos para os quais tem sido chamado, entregou todos os documentos requeridos, sem contar que as empresas do grupo J&F estão submetidas a uma rigorosa investigação interna no âmbito do acordo de leniência firmado e ora juntado aos autos, levada a cabo por auditores externos e sob supervisão do MPF”, argumentou o advogado André Callegari.

Também obtiveram a extensão do habeas corpus os outros delatores da J&F que foram alvos da prisão: Ricardo Saud, Demilton Antonio de Castro e Florisvaldo Caetano de Oliveira. O ministro também mandou soltar Neri Geller (PP-MT), ex-ministro da Agricultura entre 2014 e 2015 e eleito deputado federal neste ano.

A operação é um desdobramento da Lava-Jato em Minas Gerais e teve origem na delação do doleiro Lucio Funaro. Segundo os investigadores, a JBS pagou propina para deputados e dirigentes do ministério com o objetivo de se beneficiar em três frentes: a federalização das inspeções de frigoríficos, a regulamentação de exportação de miúdos e a proibição de uso de um veneno.

Segundo a PF, as propinas eram negociadas pelo então deputado  Eduardo Cunha (MDB-RJ), que está preso em Curitiba, e entregues por Funaro. De acordo com a delação do doleiro, o grupo empresarial teria pago R$ 30 milhões pelo pacote de medidas do governo que o beneficiariam. O Globo

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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