cropped-Blog_do_Nevada0a2.jpg
  • HOME

Tópicos Recentes

  • Segue a vida
  • Marido foi preso
  • Tutor é preso por maus-tratos
  • Depois do Reino Unido
  • Para Rodrigo Pacheco

Arquivos

Redes Sociais

Geral

Polícia investiga dados de celulares

by nevadaduartina setembro 14, 2018 No Comments
whatsapp-image-2018-09-13-at-12.42.34

whatsapp-image-2018-09-13-at-12.42.34 Mônica Benício exibe tatuagem em homenagem a Marielle Franco, feita no dia em que a parlamentar completaria 39 anos — Foto: Marcos Serra Lima/G1

A morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março passado, ainda é um mistério para a Polícia Civil do Rio de Janeiro. Passados exatos seis meses do crime, a Divisão de Homicídios teve o efetivo de policiais envolvidos nas investigações reduzido em comparação ao início dos trabalhos no caso.

Nos primeiros dias teve 30 agentes, passou a dez e, há 14 dias, voltou a ter 20 investigadores, de acordo com informações obtidas pelo G1. Alguns foram deslocados para outras atividades na própria DH ou em missões na Polícia Civil, todos a pedido da administração da própria corporação.

Além da falta de efetivo, a Polícia Civil está em meio a uma análise que envolve, no mínimo, 40 mil páginas de dados de telefones celulares. Ao pedir informações em concessionárias telefônicas, a polícia recebeu uma quantidade imensa de mensagens trocadas naquela região do crime e poucas de voz. O cruzamento de informações busca saber se esses telefones aparecem em outros pontos da cidade no dia do assassinato de Marielle e de Anderson.

Um policial ouvido pelo G1 explicou que, há sete anos (em 2011), quando a DH investigou o assassinato da juíza Patrícia Acioli, o volume de ligações era bem maior do que a troca de mensagens de textos. Hoje, segundo ele, esse fluxo de informações inverteu, o que dificulta a apuração.

Nem a delação de um suposto envolvido com o crime clareou as investigações. As autoridades reclamam que o vazamento do depoimento “atrapalhou e até pode ter desaparecido com provas do assassinato”. De acordo com o depoimento, o vereador Marcelo Siciliano teria planejado a morte de Marielle que foi executada a mando do miliciano Orlando de Oliveira Araújo, o Orlando da Curicica.

Desde o dia do crime até ontem, quinta-feira (13), o Disque-denúncia recebeu 190 denúncias sobre o caso. De acordo com os investigadores, as informações indicam linhas de investigação mas não levaram a provas para o crime.

Sigilo quebrado revelou outro crime

Na tentativa de confirmar essa linha de investigação, a DH pediu e obteve da Justiça a “quebra” do sigilo do telefone que Orlando usava na cadeia. A investigação levou a polícia a descobrir que os milicianos presos em uma galeria do presídio Bandeira Stampa arrumavam e dividiam o celular entre eles.

A polícia descobriu que um dos integrantes do grupo, Diogo Maia dos Santos, o DG da Boiúna, ordenou por R$ 3 mil a morte de Carlos Alexandre Pereira, em 9 de abril deste ano. Apesar de Orlando também usar o telefone, a polícia não comprovou o envolvimento dele neste crime. Logo depois da descoberta, Orlando foi transferido para o Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

O vereador contratou uma agência formada por policiais civis para investigarem o crime. O grupo apontou um novo caminho para o caso: o envolvimento de um político influente na Zona Oeste do RJ, ex-deputado estadual, que teria contratado o que vem sendo chamado de “escritório do crime” e seria responsável por uma série de mortes no RJ.

As provas foram levadas pela defesa do vereador para o inquérito e ganharam força entre promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro junto com a promotora Letícia Emily, que assumiu o caso no início deste mês de setembro.

Apesar das duas linhas de investigação, do miliciano e do escritório do crime, a polícia ainda não obteve provas conclusivas sobre nenhuma delas.

Em nota, o Gabinete de Intervenção Federal e a Polícia Civil afirmaram que “as investigações prosseguem sob sigilo a fim de que possam ser obtidas as provas necessárias à elucidação do crime” G1

  • Previous Bolsonaro não deve falar8 anos ago
  • Next Toffoli suspende ação contra Mantega8 anos ago

Deixe uma resposta Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

PARCEIROS

18921987_325906364505943_3577160504999326222_n
2026 BLOG DO NEVADA. Donna Theme powered by WordPress