A apuração para prefeito é simples, com o candidato mais votado sendo o eleito – se nenhum atingir 50% mais um dos votos válidos, os dois primeiros continuam e fazem o segundo turno. Já a apuração para vereador é diferente. Primeiro, a Justiça Eleitoral vai contabilizar os votos válidos, ou seja, aqueles destinados a candidatos e legendas, descartando brancos e nulos.
O total de votos válidos será dividido pelo número de cadeiras da Câmara, no caso de Bauru, são 17 vagas. O resultado desta divisão é o quociente eleitoral. Na eleição passada, cada partido precisou de mais de 9 mil votos para fazer uma vaga.
Depois, a votação de cada partido é dividida pelo quociente eleitoral, chegando ao quociente partidário. Como o resultado da divisão não forma números inteiros, após esta primeira rodada, é feita a distribuição das ‘sobras’. Até a última eleição, apenas os partidos que atingiam o quociente eleitoral seguiam disputando as vagas.
Agora, as legendas que não atingiram esse quociente também estarão na disputa das sobras, o que pode levar muitos partidos a eleger apenas um ou, quando muito, dois vereadores nesta eleição. Após a definição de quantas cadeiras cada partido terá, os mais votados dentro da legenda ocuparão as respectivas vagas. JCNET
