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Covid-19

Laboratório da CoronaVac

by nevadaduartina novembro 10, 2020 No Comments

A Sinovac Biotech, farmacêutica chinesa responsável pelo desenvolvimento da CoronaVac, afirmou hoje, terça-feira (10) em comunicado que “está confiante na segurança da vacina” contra a Covid-19.

A empresa se pronunciou um dia após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciar a suspensão temporária dos testes da CoronaVac devido a um “evento adverso grave”. A agência, entretanto, não informou a causa específica desta suspensão.

A SinoVac afirmou que “ficamos sabendo que o chefe do Instituto Butantan acreditava que esse evento adverso grave não tem relação com a vacina”. A empresa afirmou que o estudo clínico em fase 3 no Brasil “é realizado estritamente de acordo com os requisitos do GCP” (Good Clinical Practice, ou “boas práticas clínicas” em tradução livre).

A Coronavac é uma das candidatas a vacina contra o coronavírus e é desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech, em parceria com o Instituto Butantan em São Paulo. Com a interrupção do estudo, nenhum novo voluntário poderá ser vacinado.

Butantan estranha decisão

O diretor-geral do Instituto Butantan em São Paulo, Dimas Covas, afirmou ontem, segunda-feira (9) ter recebido com estranheza a notícia da suspensão temporária dos testes em humanos da CoronaVac no Brasil. Segundo Covas, se trata de “um óbito não relacionado à vacina” e, portanto, “não existe nenhum momento [ou motivo] para interrupção do estudo clínico” da fase 3.

“Em primeiro, a Anvisa ela foi notificada de um óbito, não de um efeito adverso. Isso é diferente. Nós até estranhamos um pouco essa decisão da Anvisa, porque é um óbito não relacionado à vacina”, afirmou o diretor do Butantan.

“Como são mais de 10 mil voluntários nesse momento, pode acontecer óbitos. Nesse momento, [o voluntário] pode ter um acidente de trânsito e morrer. Ou seja, é um óbito não relacionado à vacina. É o caso aqui. Ocorreu um óbito, que não tem relação com a vacina”, disse Dimas Covas na TV Cultura.

Dimas Covas afirmou que o Instituto Butantã já pediu esclarecimentos à Anvisa sobre a interrupção e que espera ter mais detalhes na manhã de hoje, terça-feira (10).

Outra morte de voluntário

Em 21 de outubro, um voluntário brasileiro que participava dos testes da vacina de Oxford contra a Covid-19 morreu de complicações da doença. O médico João Pedro Feitosa tinha 28 anos, era recém-formado e tomou placebo, não uma dose do imunizante.

Na época, a Anvisa afirmou ter sido notificada da morte em 19 de outubro e disse que o comitê independente que acompanha o caso sugeriu o prosseguimento do estudo. Os testes da fase 3 da vacina de Oxford no Brasil não foram suspensos pela Anvisa. BEM ESTAR

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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