As cartas ainda estão sendo embaralhadas e ainda podem surgir novos nomes na mesa da sucessão e que indiscutivelmente poderiam vir a alterar o quadro sucessório. Um deles, é o do ex-prefeito Izzo Filho que afirma com todas as letras que irá disputar o pleito, contrariando aquilo que dizem especialistas em direito eleitoral que entendem que o prazo para Izzo reconquistar seus diretos políticos exauriu em abril passado.
O PSB vem sendo cortejado por diversos pretendentes à prefeitura de Bauru e nos últimos dias, setores internos começaram a defender o lançamento de candidatura própria, entendendo que desta forma possuem maiores chances de eleger vereadores. Se assim, não o fizerem e efetivamente resolverem apoiar alguém terão que seguir as normas baixadas pela direção nacional.
“As coligações deverão ser realizadas preferencialmente com partidos de esquerda e de centro-esquerda, podendo ser ampliadas para formação de coligação com partidos de outros espectros políticos, desde que aprovadas pela CEN. Apoio ou coligação com os candidatos vinculados politicamente ao governo Bolsonaro estão terminantemente proibidos.”
Entre estes partidos estão incluídos o PP, PSL e DEM, hoje apoiando o DR. Raul. O PL e PTB hoje apoiando Gazzeta; o MDB e Republicanos que apoiam Renato Purini; o PSD de Sandro Bussola; o PROS com Izzo Filho e o PATRIOTA de Suellen Rosin, estreitando e muito o leque desejado pela direção municipal do PSB bauruense.
A não ser que queiram correr o risco de sofrerem intervenção por parte da executiva nacional e decidirem apoiar candidatos de partidos vetados pela citada norma interna o que seria um verdadeiro tiro no pé.
Este quadro muda o cenário político bauruense?Claro que muda, afinal o PSB tem um histórico de lutas e sobretudo coerência.
Antonio Pedroso Junior, o Chinelo.
