A Prefeitura de São Paulo começou a desativar hoje, sábado (1°) a maior parte do hospital de campanha do Anhembi, na Zona Norte da cidade. A medida havia sido anunciada pelo prefeito Bruno Covas (PSDB) no dia 16 de julho.
O hospital foi criado temporariamente para atender pacientes com Covid-19. A área que será desativada tem, ao todo, 871 leitos. Desses, apenas 310 vão permanecer operando. Segundo a prefeitura, a decisão foi tomada devido a estabilização da doença na cidade e a economia será de R$ 19 milhões mensais.
Serão mantidos 294 leitos de enfermaria e 16 de estabilização. Ainda conforme a gestão municipal, o hospital da Brasilândia vai receber parte dos equipamentos do Hospital de Campanha do Anhembi. O Hospital de Campanha do Anhembi começou a funcionar no dia 11 de abril.
Tinha capacidade para até 1.800 leitos, mas não chegou nem na metade desse valor. O pico de ocupações foi no dia 15 de maio, quando teve 601 pacientes. Ontem, sexta-feira (31), segundo a gestão municipal, 127 pessoas estavam internadas no local.
A ala que será encerrada é a maior do hospital provisório. Ela foi montada e está sob administração do Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas). O contrato encerra nesta sexta-feira (31) julho e não foi renovado. A outra ala, montada e administrada pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), e responsável pelos outros, continuará aberta.
