O laboratório Bio-Manguinhos, ligado à Fundação Oswaldo Cruz, espera produzir mais de 30 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 até janeiro, se tudo der certo com os testes desenvolvidos por pesquisadores da Universidade de Oxford.
O Instituto Butantan, em São Paulo, também prepara sua estrutura para fabricar a vacina, em parceria com a chinesa Sinovac, e até exportar o medicamento. Mas chegar a uma vacina eficaz é apenas a primeira parte de uma tarefa hercúlea: imunizar toda a população.
Como fazê-la chegar a toda a população, num país continental como o Brasil? Quem vacinar primeiro? Que regiões devem ser priorizadas? Esses são apenas alguns dos desafios logísticos e éticos envolvidos na distribuição da vacina.
Será que o Brasil já começou a discutir esses protocolos? Quais são as principais dificuldades? Que experiências positivas podem contar a favor do país nesse momento? E como garantir o acesso igualitário dos mais pobres à vacina?
No Ao Ponto de hoje, quinta-feira (30) conversamos com o repórter especial Henrique Gomes Batista e com Felipe Carvalho, coordenador da Campanha de Acesso a Medicamentos da ONG Médicos Sem Fronteiras no Brasil. O GLOBO/G1
