O cão Chico, que ficou conhecido como o “Destruidor de Bauru”, ganhou a web em julho de 2019 depois de destruir o quarto da dona e permanece na vida de “influencer” um ano depois. O vídeo que repercutiu na internet mostra o desespero da dona, Patrícia Rodrigues Barros, ao chegar em casa e ver o quarto revirado.
Chico e Luke – o parceiro que se escondeu sob a cama. Ao G1, Patrícia Rodrigues Barros conta que meses depois milhares de seguidores acompanham e se divertem com a rotina da família e os dois cães de estimação. “Chico é amado pelos seguidores por suas artes diárias contadas em forma de história entre ele e o irmão [Luke].
A vida virou um Big Brother, as pessoas ficam esperando uma bom dia, mandam mensagens e se identificam com a alegria deles durante o isolamento”, diz. Os bichos também chegaram a ganhar um hit, que traz na descrição: “Deixe o pancadão do MC Chico arrebentar seu quarto”.
Com a enorme repercussão do vídeo, desde a época, várias empresas presentearam os cães. Patrícia até já precisou de um carrinho para retirar as caixas endereçadas a ela na agência dos Correios.
“Hoje tenho uma pequena empresa de eventos. O Chico passou a ser funcionário com crachá, patrão e até contrato. Em breve, vamos lançar uma campanha de conscientização da doação de animais e arrecadação de ração.”
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Vira-lata ‘Chico’ destrói quarto e viraliza: ‘Adotei cão e cresceu dinossauro’ — Foto: Arquivo pessoal
O cão furacão
Os dois animais ficam no quintal de dia e dormem do lado de dentro à noite. A dona disse que no dia da destruição foi ao cinema e duas horas depois voltou para casa e encontrou o Chico deitado no colchão destruído. O outro cachorro, o Luke, não aparece no vídeo, mas estava embaixo da cama. Apesar de ter falado que iria se livrar dele, a dona afirma que foi apenas uma brincadeira e que está acostumada a ter a casa revirada pelo pet.
A história do vira-lata fez a alegria dos internautas que começaram a compartilhar charges do animal. Numa delas, o cartunista e ilustrador Guilherme Bandeira, de São Paulo, desenhou o cãozinho em uma conversa com um “diabinho”, que seria o mentor da ação do animal de destruir o quarto da dona, mordendo o colchão, a cama e até o controle da televisão.
Na charge, o diabinho diz que Chico teria “exagerado” na destruição. Em outra arte, distribuída em grupos de fãs de “animais fofinhos”, o cão aparece em cima da cama destruída. G1 Bauru/Marília
