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‘Não sei que tesão é esse em mim’

by nevadaduartina julho 2, 2020 No Comments

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) utilizou hoje,  quinta-feira (02), sua conta recém-criada na rede social Parler para ironizar um pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) e o empresário Paulo Marinho, seu ex-aliado e suplente.

Ao comentar a intenção da procuradoria de quebrar o sigilo telefônico de três assessores de seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), incluindo o advogado Victor Granado Alves, o parlamentar debochou da tentativa, revelada pela revista Veja.

“Realmente, eu devo ser muito gostoso… ainda nem fui ouvido e o cara já pediu a quebra de sigilo do meu advogado…”, escreveu Flávio, cuja conta na plataforma foi criada na quarta-feira junto com outros membros da família, incluindo o presidente Jair Bolsonaro.

Em seguida, o senador fez referência às afirmações de Marinho sobre um suposto vazamento que teria ocorrido em 2018 antes da Operação Furna da Onça, na qual a Polícia Federal (PF) mirou deputados da Alerj. Foi no contexto dessa ação policial que as movimentações ilícitas de Fabrício Queiroz, então assessor de Flávio, foram identificadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Segundo a Veja, o MPF pretende verificar onde estavam os funcionários de Flávio, incluindo seu atual chefe de gabinete, Miguel Ângelo Braga Grillo, no dia em que as informações sobre a operação teriam sido divulgadas antecipadamente.

“Isso devido a uma fofoca do meu suplente de senador Paulo Marinho, também conhecido como tiazinha do pulôver, de que eu teria recebido uma informação sigilosa. Um vazamento já negado, inclusive, pelo desembargador do TRF-2 responsável pelo caso Já o celular do advogado do Adélio, NADA!!!!”, completou o parlamentar.

O desembargador mencionado por Flávio é Abel Gomes, que relatou o processo da Furna da Onça no Tribunal Regional Federal da 2ª Região.  O magistrado divulgou nota defendendo uma apuração urgente sobre o possível vazamento e defendendo que, ao contrário do que afirmou Marinho em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, em maio, a operação não teria sido adiada para beneficiar Flávio ou outros políticos.

A realização após o segundo turno das eleições de 2018 teve como objetivo, segundo Gomes, impedir que as prisões e buscas e apreensões fossem utilizadas politicamente, de maneira indevida.

Flávio reiterou o tom irônico em uma imagem compartilhada junto ao texto. Trata-se de um registro de uma matéria jornalística sobre o pedido feito pelo MPF acompanhado das frases “O cara pediu a quebra de sigilo do meu advogado? Não sei que tesão é esse em mim….”. O GLOBO

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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