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Havia ‘pedra no caminho’

by nevadaduartina maio 27, 2020 No Comments

De saída do Ministério da Saúde, o então secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira — que ficou conhecido por ser o braço direito do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta no enfrentamento ao novo coronavírus —, citou ter “uma pedra no caminho” no combate à doença, usando trecho do poeta Carlos Drummond de Andrade em sua carta de despedida ao se referir a eventuais interrupções nos trabalhos .  

“Estávamos à frente pelo menos duas semanas em relação aos demais países da Europa e Américas, ampliando a capacidade laboratorial, leitos, EPIs e Respiradores. No entanto, como dizia o poeta e conterrâneo Carlos Drummond de Andrade, “no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”, escreveu Wanderson Oliveira em um blog, sobre o trabalho de Mandetta.

Na sequência, o então secretário repete o mesmo trecho ao mencionar trabalho que o ex-ministro da Nelson Teich (Saúde) realizou durante um mês que esteve à frente do ministério.  “O ministro Nelson Teich seguiria pelo mesmo caminho. Lamentavelmente não teve tempo de mostrar seu trabalho, pois novamente “tinha uma pedra no meio do caminho”.

Nesse curto espaço de tempo, apesar de não me conhecer direito, após duas semanas, efetivamente me convidou para permanecer. Creio que faríamos um ótimo trabalho, mas aí entra o princípio da impermanência…”, afirmou, sem especificar quem seria a pedra no caminho dos dois ex-ministros.

Na carta, Wanderson Oliveira enalteceu o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta como um dos melhores com quem já trabalhou desde 2001, quando entrou no ministério, levado pelo então ministro José Serra (PSDB). “Mandetta, Agenor e Temporão estão no hall dos melhores com quem já trabalhei diretamente”, escreveu.

Wanderson é um dos principais responsáveis pela estratégia de combate à Covid-19 no Brasil, tendo sido o elaborador das chamadas “medidas não farmacológicas”, ou seja, que não envolvem medicamentos, incluindo o distanciamento social.

Antes mesmo da saída de Mandetta, quando a situação do então ministro já estava insustentável devido às divergências com Bolsonaro, que pressionava pelo fim do distanciamento social e pela liberação do uso ampliado da cloroquina, em meados de abril, Wanderson pediu demissão. Mas Mandetta não aceitou.

No texto de despedida, Wanderson Oliveira também agradeceu ao ministro interino da Saúde, Eduardo Pazzuelo, que deve comandar a pasta até o fim da pandemia do novo coronavírus.  “Desejo sucesso na condução desse grande desafio. Coloco-me ao seu dispor quando precisar.

Lamento não ter tido a oportunidade de lhe apresentar os elementos das decisões adotadas na minha gestão.  Deixo documentado no Relatório de Gestão 2019-2020 publicado no site da SVS e entregue pessoalmente. É importante se atentar para outros problemas além da COVID-19″. O GLOBO

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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