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Operação da PF contra Wilson Witzel

by nevadaduartina maio 26, 2020 No Comments
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x20200123-carla-zambelli-bolso-820x480-1-820x440.jpg.pagespeed.ic.hgapUn8A2L A deputada bolsonarista Carla Zambelli, que tentou intermediar a permanência do ex-ministro Sérgio Moro no governo Foto: Carlos Macedo/Câmara dos Deputados

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), aliada do presidente Jair Bolsonaro, negou ter informações privilegiadas sobre a operação da Polícia Federal (PF) que fez buscas hoje, terça-feira (26), em endereços ligados ao governador Wilson Witzel (PSC-RJ).

Ontem, segunda-feira (25), em entrevista à Rádio Gaúcha, ela afirmou que haveria operações da PF contra governadores nos próximos meses. Apelidada de Operação Placebo, a ação foi executada no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador Wilson Witzel (PSC-RJ), e no Palácio Guanabara, sede do governo do estado.

A finalidade é a apuração dos indícios de desvios de recursos públicos destinados ao atendimento do estado de emergência em razão da pandemia do novo coronavírus no Rio de Janeiro.

“Se eu tivesse informações privilegiadas e relações promíscuas com a PF, a operação de hoje seria chamada de ‘Estrume’ e não ‘Placebo'”, respondeu Zambelli a um questionamento da deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) sobre a declaração dada na entrevista do dia anterior.

Tratou-se também de uma referência ao modo pejorativo com que Jair Bolsonaro chamou Wilson Witzel numa reunião ministerial ocorrida em 22 de abril e tornada pública por ordem judicial.

Carla Zambelli afirmou que, para ter dito sobre operações futuras da PF, tomou como base a informação de que a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a investigação de governadores, veiculada na imprensa.

“Não é só uma coincidência. Se eu tivesse informação privilegiada… Eu não pareço uma pessoa burra. Poderia ser, mas não sou. Eu falaria isso publicamente se eu tivesse informação privilegiada? Eu não faria isso, a menos que quisesse prejudicar (as investigações)”, disse ela em entrevista à CNN Brasil. “Foi uma feliz coincidência, porque estou muito contente de que essa operação tenha acontecido hoje”.

A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) emitiu uma nota a respeito da “Operação Placebo” e da possível informação privilegiada de Carla Zambelli. A organização informou que as buscas em endereços ligados a Witzel “foram autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça e têm como objetivo encontrar elementos de um possível esquema de corrupção”.

“Sobre as suspeitas de que a deputada Carla Zambelli foi informada antecipadamente da operação, é conhecido e notório o vínculo da parlamentar com a Associação de Delegados, desde quando era líder do movimento NasRuas. Esse laço se demonstra pela participação de Zambelli em eventos, vídeos e homenagens.

A Fenapef defende a apuração, com responsabilidade e profundidade, sobre a possibilidade de que esse vínculo possa ter sido utilizado para a obtenção de alguma informação privilegiada”, informou a Fenapef. O GLOBO

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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