A Prefeitura de Bauru confirmou mais um óbito pelo novo coronavírus, totalizando 12 mortes em razão da Covid-19. A vítima é o empresário Alberto Ayub Júnior, 57 anos, que era morador de Bauru, mas morreu em São Paulo, onde estava internado, na sexta-feira (15).
Conforme o JC divulgou, Ayub havia sofrido um infarto no final de janeiro e, em abril, iniciou tratamento na Capital, onde contraiu o novo coronavírus. O boletim epidemiológico emitido pela Secretaria Municipal de Saúde de Bauru informa que o empresário apresentou início dos sintomas da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 25 de abril e recebeu diagnóstico positivo para Covid-19 no dia 30 daquele mês.
Apesar de o óbito ter ocorrido em São Paulo, o registro entra para as estatísticas de Bauru porque a vítima era residente no município. Bauru também contabiliza dois óbitos suspeitos, que ainda seguem em investigação. Das 12 mortes oficiais registradas no município até o momento, a maior parte é de pessoas acima dos 70 anos.
São quatro vítimas fatais entre 70 e 79 anos e outras quatro entre 80 e 89 anos. Entre 60 e 69 anos, houve duas mortes, e 50 e 59 anos, mais 2 óbitos. Entre as mortes, são 7 homens e 5 mulheres. O boletim divulgado pela prefeitura informou, ainda, o diagnóstico de mais duas pessoas com Covid-19 em Bauru, totalizando 210 casos confirmados.
A atualização mais recente mostra também um pequeno aumento do número de exames realizados e descartados para a doença, de 678 para 682. Além disso, 34 pessoas aguardam resultados em Bauru. A quantidade de pacientes curados aumentou de 115 para 132.
Doações do CoronaVIDA
A campanha CoronaVIDA, promovida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e Prefeitura de Bauru, já entregou mais de 68 mil equipamentos de proteção individual (EPIs) para hospitais, Samu, UPAs, pronto-socorros, casas de repouso, entidades sociais, albergues, moradores de rua e catadores de recicláveis de Bauru e região.
Somente nesta sexta-feira (15), foram distribuídos 9.111 EPIs, entre máscaras, aventais e protetores faciais. “Muito obrigado a todas as costureiras voluntárias pelo esforço. Estão salvando vidas”, postou o promotor de Justiça Enilson Komono, em suas redes sociais.
A campanha conta com o trabalho destas costureiras, que confeccionam as peças sem sair de casa. Elas recebem todo o material necessário e costuram os itens de acordo com um protótipo que segue as normas da Vigilância Sanitária. JCNET
