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Mortes sobem para 991 em São Paulo

by nevadaduartina abril 18, 2020 No Comments

O número de mortes por coronavírus no estado de São Paulo subiu para 991 pessoas neste sábado (18), segundo a Secretaria Estadual de Saúde. Já são 13.894 casos confirmados da doença no estado. Nas últimas 24 horas, foram 63 novas mortes e 1.053 novos casos confirmados.

Os casos confirmados da doença cresceram 8% nas últimas 24 horas, segundo os números da secretaria. A taxa de letalidade do estado ficou em 7,1%, segundo o boletim diário do Ministério da Saúde, divulgado também neste sábado (18).

O índice de isolamento social no estado permaneceu em 49% neste sábado, segundo os dados do governo paulista, mesmo índice da capital paulista. De acordo com os números do Ministério da Saúde, em todo o país já são mais de 2.347 óbitos confirmados de coronavírus e 36.599 casos confirmados da doença.

Em São Paulo, já são 225 cidades com pelo menos um caso e 90 municípios com no mínimo uma morte. A capital paulista concentra o maior número de mortes até este sábado. Entre as vítimas fatais, 587 homens e 404 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 78,7% das mortes.

 De acordo com a Secretaria de Saúde, 6,1 mil pessoas estão internadas em hospitais de São Paulo com quadro confirmado de coronavírus. O número significa 366 novos pacientes em 24 horas. Desses 6,1 mil pacientes internados, 3.590 estão em leitos de enfermaria e outros 2.516 em leitos de UTI do estado.

Mapa da capital paulista

A Brasilândia, na Zona Norte, é o bairro de São Paulo com o maior número de mortes confirmadas ou suspeitas por coronavírus e o Morumbi, na Zona Sul, é o local que concentra o maior número de casos confirmados da doença, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (17) pela Secretaria Municipal de Saúde.

Os números da prefeitura apontam que a Brasilândia teve 54 mortes confirmadas ou suspeitas de coronavírus na até está sexta. Na semana anterior, terminada em 11 de abril, o bairro havia registrado 33 mortes. A alta foi de 63% em uma semana. Apesar de concentrar o maior número de mortes, a Brasilândia tem 89 casos confirmados da doença.

Enquanto isso, o Morumbi lidera entre os bairros com maior número de casos confirmados da Covid-19 em São Paulo, com 297 pessoas confirmadas, mas tem sete mortes até esta sexta-feira (17).

Profissionais afastados por Covid-19

A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou hoje, sábado (18) que 3.330 profissionais de saúde já foram afastados por apresentarem sintomas do coronavírus na rede pública da capital paulista. Desse total, 2.525 profissionais eram da rede de atenção básica e outros 775 da rede hospitalar municipal.

Na rede básica de saúde, pelo menos 292 empregados foram confirmados com a Covid-19 e outros 223 da rede hospitalar, totalizando 515 pessoas.

A Secretaria Municipal de Saúde aponta que ao menos dez funcionários morreram por causa do coronavírus: quatro empregados da rede básica e seis da rede hospitalar municipal. A rede básica de saúde da capital paulista conta atualmente como 59.364 profissionais, enquanto a rede hospital tem 17.972 funcionários trabalhando na linha de frente contra o coronavírus.

Exames de Covid-19

A fila de testes de coronavírus que aguardam confirmação no estado de São Paulo caiu para 9,4 mil, segundo Germann. Na quinta-feira (16), o número de amostras represadas era de 13 mil, mas esse valor chegou a ultrapassar 20 mil na semana passada.

A realização dos testes é fundamental para dimensionar corretamente a evolução da pandemia, mas o governo tem tido dificuldades para conseguir kits e processar toda a demanda.

Sistema sobrecarregado

Nesta sexta-feira (17), o estado de São Paulo tem 2.235 pacientes internados com confirmação de Covid-19, sendo 1.039 em leitos UTI e 1.196 em enfermaria. Há ainda mais 3.505 pacientes internados com suspeita da doença, sendo 1.236 em UTI e 2.269 em enfermaria.

Vários hospitais de referência já estão com o sistema sobrecarregado. A taxa de ocupação das UTIs dos hospitais mais procurados na capital varia de 78%, percentual registrado no Hospital Geral da Itapevi, a 100%, valor verificado na UTI do Hospital Emílio Ribas, segundo a Secretaria Estadual da Saúde.

Em coletiva de imprensa também foram divulgadas as taxas de outros hospitais da capital com grande ocupação de leitos em UTI e enfermaria.

Maiores taxas de ocupação de UTI:

  • Hospital Emílio Ribas: 100%
  • Hospital Estadual Mário Covas de Santo André: 89%
  • Hospital das Cínicas: 84,5%
  • Hospital Geral Vila Santa Marcelina do Itaim Paulista: 82%
  • Hospital Geral de Itapevi: 78%

Sobre a sobrecarga em hospitais da Zona Leste de São Paulo, o secretário disse que está aumentando as vagas em leitos de UTI. “Temos dois hospitais nossos, estamos aumentando também o número de leitos de UTI e apoiando também o Hospital do Tatuapé, com a irmandade que existe lá e que a gente apóia sempre que possível. Temos convênio com elas, com a irmandade, e com isso a gente dá uma colaboração nos hospitais dessa irmandade.”

Germann explicou onde serão disponibilizadas as vagas em UTI. “Os nossos hospitais são o Itaim Paulista e o Guaianases. Então, nesses nós estamos aumentando dez leitos de UTI em cada um, do outro lado aqui em Heliópolis, nós estamos transformando o AME Dr. Barradas em um hospital como se fosse classificado como hospital de campanha.”

Profissionais afastados

O estado de São Paulo tem 1.557 profissionais de saúde afastados do trabalho por suspeita ou confirmação de contaminação pelo novo coronavírus. Para tentar minimizar a ausência na linha de frente do combate à doença, o Governo de São Paulo afirma que vai contratar 1.185 profissionais em caráter emergencial.

Deste total, 260 são de vagas remanescentes de concursos públicos e as outras 925 são novas contratações por tempo determinado. “O afastamento se dá imediatamente quando o profissional de saúde começa a apresentar um quadro chamado síndrome gripal (febre com tosse, falta de ar e coriza).

Então, ele é suspeito, porque pode ter a síndrome por vários tipos de agentes etiológicos, principalmente virais. Eles têm prioridade para fazer o teste em tempo real para dizer se é o coronavírus ou não, e isso vem sendo feito pela rede laboratorial”, afirmou Paulo Menezes, coordenador de Controle de Doenças. G1

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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