O procurador-geral da República Augusto Aras, adiou, pela segunda vez, o corte de aproximadamente 50 assessores que atuam em setores de investigação dentro da Procuradoria-Geral da República (PGR), que afetaria áreas como o grupo da Lava-Jato, a perícia, a cooperação internacional e a secretaria responsável por investigações criminais perante o STF.
A equipe do procurador-geral ainda tenta definir os detalhes do remanejamento de assessores, para evitar impactos ao funcionamento dos diferentes setores dentro da PGR. Por isso, foi necessário um novo adiamento. Até o dia 15 de abril, as unidades afetadas deverão informar a lista dos assessores que desejam manter em seus quadros.
“As chefias das demais unidades alteradas por esta portaria deverão encaminhar, até o dia 15 de abril de 2020, as indicações dos servidores com as respectivas unidades que serão mantidas na estrutura para publicação de ato com a definição da estrutura funcional e descrição dos cargos em comissão e funções de confiança das unidades constantes do quadro anexo”, diz a nova portaria.
Na nova portaria desta sexta-feira, Aras estabelece um prazo até 14 de fevereiro para que os gabinetes enviem os nomes dos novos funcionários, para que sejam nomeados até 2 de março. O Globo/G1
