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Acordo comercial histórico

by nevadaduartina janeiro 15, 2020 No Comments

20200115163810258704o Em cerimônia na Casa Branca, o presidente americano, Donald Trump, e o vice-premiê da China, Liu He, assinaram o acordo nesta quarta-feira (15/1)(foto: Mark Wilson/AFP)

O presidente americano, Donald Trump, e o vice-premiê da China, Liu He, assinaram hoje, quarta-feira (15/1), em uma cerimônia na Casa Branca no início da tarde, a primeira fase do acordo comercial esperado pelos mercados internacionais há meses. 

Segundo Trump, a China se comprometeu a aumentar as importações de produtos americanos. “Eles entendem que é preciso haver uma certa reciprocidade na relação comercial”, disse.
China – O compromisso chinês prevê incremento de cerca de US$ 200 bilhões adicionais em importações de produtos americanos, sendo US$ 75 bilhões em produtos manufaturados em dois anos. Deve have, ainda, aumento das compras de produtos agrícolas americanos em valores estimados entre US$ 40 bilhões e US$ 50 bilhões, no mesmo período. Os chineses também se comprometeram a aumentar a segurança com relação ás tecnologias.
Estados Unidos – Por outro lado, o governo americano se comprometeu a reduzir as tarifas impostas às importações de produtos chineses, mas prometeram adotar punições extras, caso os chineses descumpram o acordo. Detalhes do acordo ainda não foram divulgados.
Trump disse que espera concluir o acordo já na segunda fase, cuja data ainda não foi divulgada, sem precisar de uma terceira rodada de negociação, conforme previsto anteriormente. Os Estados Unidos começaram a aumentar as tarifas de importações dos produtos chineses em 2018.
Em retaliação, os chineses desvalorizaram a moeda chinesa, o que deu início a uma guerra comercial que escalou a imposição de tarifas de comércio. Os Estados Unidos chegaram a impor tarifas que afetaram US$ 360 bilhões em importações de produtos chineses.
A disputa comercial afetou bolsa de valores e cotação da moeda americana em vários mercados, durante meses. Analistas avaliam que a disputa entre os dois países ganhou contorno comerciais mas encobre, na realidade, uma forte disputa geopolítica que envolve, principalmente, o domínio dos mercados com relação a tecnologias, como o 5G.
Em dezembro, os Estados Unidos reduziram de 15% para 7,5% as sobretaxas impostas sobre US$ 110 bilhões em importações chinesas e anunciaram que iriam começar a negociar um acordo com os chineses, o que acalmou os mercados mundiais. Seguem aplicadas, porém, tarifas americanas de 25% sobre US$ 250 bilhões em compras de produtos chineses para o mercado americano.
Com eleições marcadas para este ano, quando tenta a reeleição, Trump vinha sendo pressionado pelo setor rural, que cobrava solução para as retaliações impostas pelos chineses nos embarques americanos de produtos agrícolas, cujas exportações caíram pela metade. Correio Braziliense
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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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