Um assessor da deputada Alê Silva, do PSL de Minas Gerais, usou R$ 1,5 mil da verba parlamentar do gabinete de Alê com serviços postais para mandar encomendas à família dele, alegando que seu cartão de crédito “não foi aprovado”. Ele tinha um salário bruto de R$ 6,5 mil e foi demitido.
Alê pediu que a Casa abra um processo administrativo contra o ex-funcionário. Ele alegou que usou R$ 1,5 mil da cota parlamentar para enviar “encomendas pessoais de família, dentre as quais materiais de cama e objetos diversos particulares”.
Segundo o ex-assessor, que trabalhou por oito meses com Alê Silva, a verba do gabinete foi gasta por “necessidade de envio das encomendas”. Ele escreveu uma carta explicando a situação. A deputada também anexou comprovantes de que o ex-funcionário devolveu o dinheiro à Casa. G1
