Fornecedores da nova sede do PSL de São Paulo estão entre as vítimas das disputas internas do partido. Os desentendimentos entre Jair Bolsonaro e o presidente nacional da sigla, Luciano Bivar, culminaram no calote de boa parte das aquisições feitas para a casa que passou a abrigar o diretório paulista do PSL há pouco mais de um mês.
Hoje há mais de R$ 35 mil em contas em aberto. Do montante, R$ 13 mil se referem à mobília, R$ 5 mil à compra de eletroeletrônicos, R$ 4.234 à pintura de fachada e R$ 1.244,20 a gastos com materiais de escritório. Para o grupo que apoia Bolsonaro, o calote é uma maneira de Bivar atingir o deputado federal Eduardo Bolsonaro, que é o presidente do diretório de São Paulo, e seu pai.
Como o diretório estadual de São Paulo não pode receber dinheiro do fundo partidário por ter tido contas rejeitadas no passado, ficou acertado que a executiva nacional pagaria as despesas da nova sede. O dinheiro, no entanto, não vem sendo liberado.
