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Professores universitários sem concurso

by nevadaduartina setembro 23, 2019 No Comments

x84419307.zip.jpg.pagespeed.ic.Vqd-R29Gxt O ministro da Educação, Abraham Weintraub durante cerimônia de lançamento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares Foto: Jorge William / Agência O Globo

De acordo com uma entrevista publicada hoje, segunda-feira (23), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, pretende estimular a contratação de professores universitários e técnicos pelo regime CLT e não mais por meio de concursos públicos.

A informação é do jornal “O Estado de São Paulo”. Ao jornal, Weintraub argumentou que é preciso cortar o gasto na folha de pagamento, o que chamou de “bomba-relógio”.

Da forma como ocorre hoje, candidatos aos cargos devem passar por concurso e, após este processo, têm estabilidade no cargo.

A proposta de Weintraub valeria para a entrada nas universidades que aderirem aoFuture-se , plano do Ministério da Educação (MEC) para financiar as universidades públicas que prevê captação de recursos junto à iniciativa privada.

A adesão ao programa é facultativa. Segundo a proposta do governo, no Future-se, os contratos de novos professores e técnicos seriam intermediados por Organizações Sociais (OSs).

Weintraub afirmou ao ” Estado” que estes profissionais, apesar de serem admitidos por regime de CLT, permaneceriam tendo estabilidade.

Mesmo sem muito detalhamento sobre as novas formas de contratações, a ideia é o servidor ter a permanência atrelada ao desempenho.

‘Politicagem, ideologização e balbúrdia’

Ainda na entrevista, o ministro da Educação voltou a criticar aspectos das universidades públicas.

Ele afirmou ao jornal que as instituições “são caras e têm muito desperdício com coisas que não têm nada a ver com produção científica e educação”. Para ele, “têm a ver com “politicagem, ideologização e balbúrdia”.

Segundo Weintraub, “em alguns câmpus por aí”, “tem cracolândia”. Diante disso, e de uma “situação fiscal difícil”, afirmou que “onde tiver balbúrdia vamos pra cima”.

Ao responder sobre se os recursos para as bolsas da Capes atendem à demanda, Weintraub disse que a “demanda é infinita”, e criticou:. “Todo mundo quer uma bolsinha”.

O ministro argumentou que o dinheiro vem do “pagador de imposto”, e que o país “quebrou e agora temos que respeitar o limite orçamentário”. O Globo/G1

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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