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Relator não vai ceder pressão

by nevadaduartina junho 26, 2019 No Comments

O relator da reforma da Previdência , deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), adiantou que não vai suavizar as regras de aposentadoria para policiais federais e professores. Ele também afirmou que não vai propor uma  regra mais vantajosa para o cálculo do benefício, que será com base  na média de de todas as contribuições feitas pelos trabalhadores para o regime previdenciário e  não apenas sobre os maiores valores.

Moreira apresentará o texto final  da proposta – na forma de  complemento ao voto  à primeira versão do seu parecer – na comissão especial que discute a matéria, nesta quinta-feira.

 – Todo o esforço que foi feito já no substitutivo foi no sentido de adequar de forma com que os professores pudessem se manter. Ou seja, nós  melhoramos a posição dos professores com relação à PEC (Proposta de Emenda Constitucional, enviada pelo governo). Foi um avanço.
Os policiais também estão bem posicionados. Acho muito difícil  mais esforços do os que já foram feitos – afirmou o relator, após o encerramento das discussões sobre o relatório substitutivo da reforma na comissão especial que analisa a matéria. Moreira destacou também que a estrutura da reforma será mantida no texto final. Ele citou idade mínima, regras de transição, pensão, acúmulo de pensão e aposentadoria e regra de cálculo.

– Essa estrutura se mantém – disse o relator, acrescentando que pretende fazer apenas ajustes no texto, mantendo a economia projetada com a reforma na casa dos R$ 900 bilhões em 10 anos.

Moreira, contudo, ainda aguarda um acordo entre o presidente da Câmara dos Deputados, governadores e lideres do partidos do centrão para incluir os estados e municípios no relatório. Se isso não for possível  na comissão, destacou, poderá ser feito na forma de destaque,  quando a reforma for votada no plenário da Câmara dos Deputados.

Em 2018, o rombo da Previdência (INSS) foi de R$ 194 bilhões. O país está envelhecendo rapidamente e é um dos poucos do mundo a não exigir idade mínima. Conheça as mudanças previstas na reforma da Previdência do presidente Bolsonaro e mantidas pelo relator Samuel Moreira (PSDB-SP). Calcule aqui quanto tempo falta para se aposentar pela proposta.

O presidente da comissão especial, Marcelo Ramos (PR-AM), disse, porém, que a ideia é incluir os entes na proposta ainda na comissão:

– Será feito um esforço para que o relatório já  tenha incluído estados e municípios.

Os debates na comissão se encerram nesta quarta-feira, depois de quatro sessões de discussões. Ao todo, 127 parlamentares se manifestarem sobre a reforma da Previdência. O presidente da comissão fez um acordo de procedimentos para evitar uma obstrução exagerada por parte da oposição, como leitura de ata e requerimento de inversão de pauta na fase de discussão.

Ele admite que será difícil  um novo acordo na fase de votação –  o que deve  prorrogar os trabalhos para a próxima semana. Depois da leitura do voto do relator,  será preciso votar os requerimentos apresentados pela oposição para adiar a votação por até cinco sessões.

Caso um deles seja aprovado, a tramitação na comissão só seria concluída no dia 09 de julho – próximo ao recesso parlamentar que começa no dia 18. O plano do governo é votar a reforma no plenário da Câmara antes disso.

O  relatório final de Moreira ainda poderá sofrer novas alterações porque ainda depende do crivo dos partidos do centrão. Segundo o líder da Maioria, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), ainda falta fechar com as lideranças partidárias  ajustes no texto. Um dos pontos cruciais é o que  diz respeito a estados e municípios, a inclusão ou saída desses entes da reforma mexe com toda estrutura do texto da proposta.

Os deputados também reclamam que a primeira versão do relatório ainda faz menções ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a aposentadoria rural, apesar desses dois pontos terem sido retirados da reforma.

Líderes do centrão também dispostos a atrasar a votação da reforma na comissão especial se o PSL continuar insistindo em apresentar destaques para suavizar as regras de aposentadoria de profissionais da área de segurança. O governo está tentando convencer a legenda a desistir da ideia.

O presidente Jair Bolsonaro entrega ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o texto da PEC da nova Previdência Social - 20/02/2019 Foto: Marcos Corrêa / Presidência da RepúblicaO presidente Jair Bolsonaro entrega ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o texto da PEC da nova Previdência Social – 20/02/2019 Foto: Marcos Corrêa / Presidência da República

Segundo Ribeiro, a estratégia dos líderes do centrão é fechar um acordo em torno do texto principal, com o compromisso de que não haverá apresentação de destaques de bancadas e de parlamentares para mudar pontos da proposta.

– A gente está trabalhando numa estratégia que, se pactuar o texto todo, ninguém apresenta destaque. Por isso, é preciso repassar ponto a ponto (…). Como não tem coordenação do governo, a gente está tocando e na minha avaliação a gente precisa ajustar o texto na comissão – disse Ribeiro.

Ele considera difícil aprovar a reforma no plenário da Câmara na próxima quarta-feira porque ainda há os 308 votos necessários. Essa data era defendida por Rodrigo Maia.

– Acho difícil  votar no dia 03 de julho. A gente tem que fazer uma continha de votos. Essa história de data é voto. Ninguém tem esse mapa. Ainda está muito difuso.   O Globo/G1

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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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