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STF julga ação contra Bolsonaro

by nevadaduartina junho 12, 2019 No Comments
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sessao-supremo-junho Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no plenário da Corte — Foto: Nelson Jr./SCO/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará hoje, quarta-feira (12) uma ação do PT contra trechos do decreto do presidente Jair Bolsonaro que extinguiu conselhos da administração pública. Esta é a primeira vez que o plenário se reunirá para analisar um ação contra um ato do presidente.

O decreto foi assinado por Bolsonaro em abril, em meio às comemorações pelos 100 dias de governo. Define que serão extintos conselhos, comissões, fóruns e outras denominações de colegiados da administração pública a partir de 28 de junho.

Exclui da norma, contudo, “colegiados previstos no regimento interno ou no estatuto de instituição federal de ensino” e aqueles “criados ou alterados por ato publicado a partir de 1º de janeiro de 2019”.

Os trechos questionados pelo PT são:

  • o que diz que os efeitos da norma alcançam conselhos da administração pública federal criados por decreto, “incluídos aqueles mencionados em leis nas quais não conste a indicação de suas competências ou dos membros que o compõem”;
  • o que fixa o dia 28 de junho como data a partir da qual ficam extintos os conselhos.

Durante o julgamento desta quarta-feira, o STF decidirá se atende ao pedido de liminar (decisão provisória) e, assim, suspende os trechos. Em outro julgamento, ainda sem data marcada, a ação terá de ser analisada definitivamente.

Argumentos

Saiba os argumentos apresentados ao Supremo:

  • PT:

Argumenta que os conselhos, previstos pela Política Nacional de Participação Social e pelo Sistema Nacional de Participação Social, “representam instrumento de aproximação entre a sociedade civil e o governo”.

“Ora, não sendo parte das competências presidenciais a normatização, por meio de decreto, acerca de criação ou extinção de órgãos, o que se verifica é a inconstitucionalidade destes dispositivos, haja vista a incompetência do Poder Executivo em legislar sobre esta matéria”, diz o partido.

  • Advocacia Geral da União:

Defende a manutenção dos artigos. Argumenta que o decreto não usurpou as competências do Congresso Nacional.

“A configuração da estrutura administrativa é parte crucial das competências do chefe do Poder Executivo. Ela representa o ponto de saída dos novos ciclos políticos, fundamental para que as ações de governo se desenvolvam segundo as linhas programáticas que receberam o aval democrático no processo eleitoral”, diz a AGU.

Outras ações

Também tramitam no STF outras ações contra atos do governo Bolsonaro.

  • A Rede, o PSOL e o PSB questionam o decreto que facilitou o porte de armas;
  • Partidos políticos questionam o bloqueio em parte das verbas de universidades e institutos federais. G1
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Nivaldo José

Jornalista e Radialista com mais de 25 anos de experiência em veículos de comunicação/Rádios em Bauru. Tenho como objetivo oferecer um serviço de conteúdo com responsabilidade priorizando sempre a verdade dos fatos. A credibilidade adquirida nesse período também me compromete com as fontes de informação, o que garante a qualidade do meu trabalho.

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